AURA E BANCO MUNDIAL AVALIAM INVESTIMENTOS DO SECTOR DE ÁGUA E SANEAMENTO NO PAÍS
A Autoridade Reguladora de Água e Saneamento (AURA) reuniu-se, ontem, 15 de Abril, na sua sede, em Maputo, no âmbito da Missão conjunta de Fecho do Programa de Apoio à Implementação do Projecto de Segurança Hídrica Urbana (PSHU), onde destacou as suas acções de regulação, fiscalização, supervisão e garantia da qualidade dos serviços de abastecimento de água e saneamento no país.
Através do reforço do sistema regulatório, a Presidente do Conselho de Administração da AURA, Suzana Loforte, sublinhou que os projectos em curso têm contribuído significativamente para o desenvolvimento de infra-estruturas que devem efectivamente resultar na provisão de água à população. Destacou que para que isso aconteça é necessário que o Regulador seja mais eficaz na implementação de ferramentas regulatórias, permitindo uma melhor organização institucional e maior capacidade de resposta, numa altura em que o sector está em reformas estruturantes para melhoria da eficiência na prestação do serviço nas zonas urbanas e rurais.
A missão do Banco Mundial, liderada por Berina Uwimbabazi, Especialista Líder de Recursos Hídricos naquela instituição, explicou que a missão decorre desde o dia 13 até ao dia 20 de Abril corrente, ao longo da qual, pretende avaliar o grau de cumprimento das acções acordadas na última missão e rever o nível de progresso no posicionamento da AURA no sector, que considerou ser um actor chave para o alcance dos objectivos dos programas de investimento.
O encontro contou ainda com a participação de instituições do sector, nomeadamente o Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAAS) e a Águas de Moçambique (AdeM), instituições beneficiárias dos investimentos do Banco Mundial.
O apoio do Banco Mundial tem permitido a expansão da rede de abastecimento de água, assegurando que mais pessoas tenham acesso à água potável e saneamento adequado, contribuindo para a mitigação dos efeitos negativos gerados pelas doenças de proveniência hídrica, melhoria da articulação intersectorial dos actores-chave, entre outros.